Mostrando postagens com marcador Creepypastas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Creepypastas. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de janeiro de 2013

O Pai e Suas Filhas (Eu que criei)

Olá meus minislendys. Aqui é a Bia/Marida trazendo pra vocês uma creepypasta que eu criei, originalmente, sem nenhuma inspiração. >:D
------------------------------------------------------------------------------------------------

(Antigamente)Um homem perturbado com problemas mentais e com problemas de relacionamento com a família é casado com uma dona de casa e tem duas filhas, uma de doze 12 anos e outra de dez 10. Bárbara tinha 12, Àghata 10. Ele tinha acabado de passar 2 meses seguidos agredindo a mulher e filhos, com muita discussão, etc. Essas coisas família. Para se vingar de um ódio nojento e se vingar da esposa, Júlio coloca suas duas filhas dentro de seu carro e dirige para um local obscuro e isolado, onde nenhum será capaz de ouvir os gritos de agonia que suas filhas iriam fazer.
Ele pegou do porta-malas um galão de gasolina e uma caixa de fósforos. Ele trancou as próprias filhas dentro do carro, derramou gasolina dentro e fora do carro. Sem nenhum remorso, ele ateou fogo no carro, suas filhas gritavam de tanta dor, ódio e agonia. Ele deixou a floresta andando. Só o que ele não esperava é que o alarme do carro iria tocar. Bem alto, e claro. Um policial a paisana estava rondando um local perto da floresta e correu onde seus ouvidos viraram olhos. Ele logo viu o carro em chamas e o fugitivo já longe. Ele correu para pegar o assassino mas, ele havia dado um tiro na boca com uma arma silenciosa. Morreu. Não havia nada no locar para ajudar o policial naquela situação.
(Atualmente)
-Filho você fica aí no carro? O papai vai pagar o preço da gasolina, não mostre coisas de valor!
O menino de apenas 7 anos escuta susurros de gritos. Ele fica com medo e fecha os olhos.
O alarme do carro dispara, e o pai do menino acha que ele apertou algum botão. Não se importa.
O alarme para de tocar, e o pai volta para o carro. Ele encontra seu filho com queimaduras graves. Mas como? O carro não estava queimando! Como isso pode acontecer? Morrer queimado sem fogo?!
No velório do garotinho aparecem duas meninas, todas de preto e com olheiras fundas, a pele delas, pareciam queimaduras.
O pai do garotinho ouve: ''Você não respondeu ao alarme...'' Depois uma das meninas com olheiras fundas e a pele queimada grita. Desapareceu. Todos olham para o arbusto onde as meninas estavam. Ninguém está mais lá.
(Outro caso) Isso se repete 3 vezes em 2 meses. Sempre as vítimas morriam queimadas sem fogo. Sempre um alarme indicando o sofrimento da vítima. Foram 1 criança e 2 adolescentes menores. Sempre um grito no velório. Sempre aquelas meninas com olheiras fundas.
Você quer saber o que é? O que acontece?
As duas meninas são Bárbara e Àghata, elas não conseguiram encontrar a luz, são almas penadas, coitadinhas. De onde elas tiram esse ódio? Como elas matam pessoas queimadas sem fogo? Porque uma criança iria fazer isso?
Prazer, Júlio sou o mentor das minhas filhinhas queridas. Elas conseguiram raptar todo o mal que eu tinha dentro de mim e se multiplicou em dois. Os nossos assassinatos são sempre planejados, com pessoas descuidadas. Minhas filhas conseguiram achar a luz. Mas eu. Eu não, talvez seja porque eu estou te observando dentro do carro sozinho (a) no banco de trás, esperando o momento certo.

-------------------------------------------------------------------------------------------------
Pronto galeris. Eu achei que ficou da hora e.e. Comentem o que vocês acharam. Essa história foi baseada num fato que realmente aconteceu comigo e minha amiga. Estávamos no banco de trás do carro do pai dela e ele foi no mercadinho, e do nada o alarme começou a tocar o.O Daí como eu sou muito espertis eu criei essa creepypastis ^^ Bjos

domingo, 30 de dezembro de 2012

The Wanderer o.O

Hi guys! Aqui é a Bia/Marida, trago uma creepypasta pra vocês. A primeira vez que eu li fiquei com muito medo, mas re-li de novo e vi que nao tem nada de mais, apesar de ser muito interessante :)
-----------------------------------------------------------------------------------

Isto é uma história verdadeira.

Por volta de 1990, uma garota cometeu um suicídio depois de ver uma imagem postada em um antigo site.

A imagem era uma figura, parecia ser uma mulher, parada no meio de uma estrada vazia. A figura é transparente até o ponto que suas pernas são visíveis e iluminadas por algo indesconhecido, vindo da câmera, a imagem nunca foi identificada, nenhuma face pode ser vista da mulher, mas a imagem é muito facilmente identificada por suas longas pernas, uma das partes de seu corpo também é longa, parecendo ser um braço para cima, aqueles que conhecem a imagem ou conhecem a entidade chamam á de: The Wanderer (O andarilho).

O primeiro Andarilho conhecido ocorreu em 1996.
Jane, uma colega que estava visitando minha família durante um feriado, havia um interesse no paranormal. Ela diz ter visto a imagem do Andarilho em um site, uma mensagem dizia, "Você consegue me ver? Eu também consigo te ver."

Dezena de outros usuários viram a imagem também. A maioria não sabe oque a imagem significa - alguns diziam que a imagem era "engraçada." Alguns ficaram olhando e contemplando a imagem.


De acordo com a família de Jane, ela sofreu pesadelos quando viu a imagem á noite. Ela diz ter visto o Andarilho na sua janela. Algumas vezes ele cutucava o vidro com suas pernas de aranhas, mas a criatura ficava parada olhando para ela. Jane não conseguia se movimentar.

Sua família tinha certeza de que ela estava amaldiçoada por esta imagem, Jane diz que o Andarilho estava muito bem em sua vida enquanto acordada. Ela estava convencida de que estava sendo perseguida por este ser. Ela conseguia ver a criatura em uma sala cheia de gente, no meio das pessoas, mas nínguem enchergava esta criatura. A família de Jane procurou pela santidade, Mas os padres e santos falavam que o Andarilho não é real.

Jane, só ficava pior. Ela começou a andar enquanto dormia. Ela começou a tomar café para ficar ativa e acordada, ela gritava enquanto dormia de noite. Muito tempo depois, ela não dormia mais. Ela estava convencida de que, se ela dormice novamente, o Andarilho pegaria ela.

Sua família esperava pelo melhor e pela esperança. Jane precisava de ajuda. Mas quando a mãe de Jane tocou duas vezes em sua porta, ela não recebeu nenhuma resposta. Ela cuidadosamente abriu a porta, não querendo acordar Jane ou assustar-la, mas ela não ouvia nada.

Jane não estava em sua cama. Ela estava não estava sentada em seu computador. Ela não parecia estar no seu quarto, até sua mãe checar o seu closet.

Ali, Jane estava em um canto. Havia sangue em seu corpo, um sangue descia de sua garganta aberta. ela estava segurando uma nota com algo escrito com sangue: "Ele não me pegará de volta."

O caso de Jane não esta encerrado. Não estava durante os anos 90, dezenas de outras pessoas cometeram suicídio após ver a imagem. Durante o turno do século - eu estava tentando encontrar a imagem - a imagem parecia estar desaparecida. Eu postei em um site novo e recente se alguém poderia me ajudar. Eu fiz isto várias vezes e uma ou duas pessoas falavam que já ouviram falar da história, mas que nínguem viu a imagem. O tempo está diferente. Logo depois de eu perguntar, recebi um Email na minha Caixa de Entrada. 

O subjeto estava escrito como: "EU POSSO VER VOCÊ, você me vê? Eu consigo te ver também."

Havia uma imagem junto com a mensagem. Eu não sei se ela é a imagem real do Andarilho ou não, mas eu aviso você do risco que ela pode ter á sua vida, veja por seu próprio risco:





--------------------------------------------------------------------------------------------------
Para acabar com o medo de vocês eu vi essa imagem mais de 4765347 vezes e não me suicidei O/
Então espero que tenham gostado até a próxima, valeeeeeeu! 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A Mãe Má

A história da mãe má não
é muito conhecida, mas ainda é real. Se você tem um coração de aço,
nervos de ferro e a alma de um guerreiro viking, sente-se e fique à
vontade e leia esta história. Mas se você for fraco de espírito ou medo
de crueldade e sangue, então sai daqui e vá tricotar com sua vózinha.




Em uma pequena cidade na
Espanha, muitos anos atrás, havia uma mulher chamada Rosa, que vivia em
uma cabana. Ela criou quatro filhos dois meninos e duas meninas junto
com o seu marido. Seu filho mais velho foi nomeado Francisco. Javier foi
o próximo, seguido por Maria e a mais nova, Lúcia.




Aqueles que conheciam
Rosa diziam que ela era uma mulher agradável, mas depois da morte de seu
marido, ela lentamente começou a enlouquecer. Pouco a pouco, ela
começou a tratar seus filhos cada vez pior. Os meninos e meninas ficaram
apavorados, porque sempre que eles faziam alguma coisa errada não
importando a gravidade da mesma, Rosa tinha um ataque de fúria e batia
neles com tanta força que seus gritos podiam ser ouvidos por todos os
comodos da casa. Os vizinhos estavam cientes de que Rosa era uma mãe
ruim, mas eles não tinham como saber o quão ruim ela poderia se tornar.





Uma noite, a previsão do
tempo no rádio havia previsto granizo, neve e tempestades
generalizadas. Estava muito frio e Rosa chamou seus filhos para o
depósito, pois eles estavam indo para a floresta para cortar lenha.




As crianças sabiam que
sua mãe iria ficar com raiva se não a escutassem. Dentro de minutos,
eles estavam esperando lá fora, armados com lanternas, sacos e eixos.
Eles também trouxeram um pouco de carne podre com eles , no caso deles
encontrarem algum animal selvagem.




Uma vez que eles haviam chegado ao meio da floresta, Rose levou o filho Francisco para o lado
.

“Francisco, você vem comigo”, disse ela. “O resto de vocês baratas, olhem ao redor e procurem por madeira.”



Sem outra palavra,
Francisco agarrou sua bolsa e seguiu sua mãe. Quando eles estavam fora
da vista das outras crianças, a mãe virou-se para ele e disse:




“Francisco, mantenha o saco de lenha a sua frente e fique completamente parado.” Ele estendeu o saco e sua mãe andou atrás dele.



“Eu espero que você entenda o que estou prestes a fazer”, disse ela. "Seu
pai era o único que trabalhava, e sem a sua renda, estamos perdidos. Em
nossa casa, há bocas demais para alimentar e estou morrendo de fome.
Desculpe, mas ao mesmo tempo, não me arrependo…"




Com isso, sua mãe pegou o
machado e decepou a cabeça de seu filho. Ao cortar a cabeça com um
unico golpe ela se separou do pescoço e sua cabeça decepada caiu dentro
do saco que ele estava segurando. Francisco então teve seu corpo em
colapso que desabou sobre a neve, ainda segurando o saco. Ela ainda
usou um pouco da neve para lavar o sangue de seu machado e depois correu de volta para seus outros filhos.




“Francisco foi comido por um urso”, disse ela. “Não é seguro ficar aqui. É melhor ir para casa."



As pobres crianças não
tinham idéia do que sua mãe havia feito. Clamaram todo o caminho, de
luto pela perda de seu irmão mais velho. Eles não estavam cientes do que
o destino tinha reservado para eles.




Em casa, quando as
crianças foram tomar banho e se arrumar no andar de cima, Rosa chamou
Javier e disse-lhe que ela precisava de ajuda na cozinha. Javier, sempre
uma criança obediente, desceu correndo as escadas tão rápido quanto
podia.




“Faça-me um pouco de chá, pequena barata!” Ordenou Rosa.

Quando o chá ficou pronto, ela resmungou, “Traga-me a garrafa que está na prateleira de cima do armário.”



O rapaz sempre obediente
fez exatamente como lhe foi dito. Rosa despejou o conteúdo do frasco no
chá e, em seguida, entregou-o a Javier e lhe disse para beber.




Javier uma criança
inocente, sem suspeitar de nada, pegou o copo que estava com sua mãe e
tomou tudo engolindo em um unico gole. Ele não tinha como saber que ela
tinha acabado de jogar veneno em seu copo, com uma bela dose de cianeto
mortal.




Um minuto depois, Javier
estava caminhando no andar de cima quando caiu na frente de seus
irmãos. Ele estava espumando pela boca e rolando no chão.


Lúcia desceu as escadas correndo e gritou: “Mamãe! Mamãe! Javi está tendo uma parada cardíaca!"



Rosa calmamente subiu as
escadas e encontrou Javier deitado imóvel no chão do quarto. Suas irmãs
estavam chorando sobre ele. A mãe deu um chute em seu cadáver e disse
às meninas que seu irmão estava morto.




Naquela noite, Maria e
Lúcia choravam e gritavam para dormir. Na manhã seguinte, Rosa entrou
no quarto de Maria e acordou sua filha dormindo.




“Não há necessidade de se levantar nesta manhã”, ela sussurrou. “Você não tem que fazer suas tarefas hoje. Você me ouve, minha barata bonita?"


Maria acenou com a
cabeça, Rosa se sentou no canto de sua cama e começou a cantar-lhe uma
canção de ninar. Foi uma música que ela cantava quando Maria era apenas
um bebê. A jovem recebeu esta ternura de sua mãe e logo fechou os olhos.




De repente, Rosa tirou
um picador de gelo para fora de sua manga e antes de Maria saber o que
estava acontecendo, ela desferiu um golpe no peito de sua filha,
perfurando seu coração. Maria morreu quase que instantaneamente.


Poucas horas depois,
Lúcia acordou e entrou no quarto de sua irmã. Ela ficou horrorizada ao
encontrar a cama ensopada de sangue com Maria já morta no meio dela.
Aterrorizada, Lúcia desceu.




“Mamãe! Mamãe!", Ela gritou. “Um assassino invadiu a casa enquanto estávamos dormindo e matou Maria!”



“Devo confessar uma coisa”, disse a mãe, calmamente. “Minhas
filhas e meus filhos, eu tenho amado e odiado. Fui eu quem matou seus
irmãos e sua irmã. Eu fiz tudo isso. Eu cortei a cabeça de Francisco. Eu
matei Javier envenenado com cianeto. Eu perfurei o coração de Maria com
um picador de gelo e agora, vou te estrangular lentamente, de modo que
você sofra mais do que seus irmãos. Eu te odeio, sua vadia
insignificante!"




“Não, mãe!”, Gritou Lúcia. “Não faça isso!”



Mas sua mãe enlouquecida não deu ouvidos e logo Lúcia também se encontrava morta no chão.



Ninguém sabe o que
aconteceu com Rosa. Talvez ela vagou para a floresta e morreu, ou talvez
ela deixou a cidade e mudou seu nome. Nenhum vestígio dela jamais foi
encontrado. Diz-se que, hoje, a casa em que viviam ainda permanece e é
assombrado pelos fantasmas das crianças que morreram lá. A população
local diz que se você sair para a floresta e dizer: “Francisco” cinco
vezes, o fantasma de um menino sem cabeça vai aparecer atrás de você e
cortar sua cabeça com um machado.

Fonte: Forget The Fear/Equipe Eutanásia